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O que a Autoridade Tributária exige a um software de faturação (e como o SimpleSum cumpre as regras)
Conformidade AT

O que a Autoridade Tributária exige a um software de faturação (e como o SimpleSum cumpre as regras)

Escolher um software de faturação não é apenas uma decisão operacional: é uma decisão de compliance. A Autoridade Tributária portuguesa define regras claras para que um programa seja considerado certificado. Neste artigo resumimos os principais requisitos e explicamos como o SimpleSum foi desenhado para os cumprir.

Equipa SimpleSum2 min de leitura

A Autoridade Tributária (AT) define um conjunto de requisitos técnicos e funcionais para que um software de faturação possa ser utilizado com segurança e em conformidade. O objetivo é garantir a integridade dos documentos, a rastreabilidade das operações e a prevenção de fraude fiscal.

Principais requisitos da AT para software de faturação

Entre os vários pontos técnicos, destacam‑se:

  • Numeração sequencial por série – cada série de documentos deve manter uma sequência lógica e ininterrupta;

  • ATCUD – todos os documentos fiscalmente relevantes devem incluir o código único de documento atribuído pela AT;

  • Assinatura digital – os documentos devem ser assinados digitalmente para garantir integridade e impossibilidade de alteração não detetada;

  • QR Code – as faturas devem incluir o QR Code com os campos definidos pela AT;

  • Exportação SAF‑T (PT) – o sistema deve permitir exportar o ficheiro SAF‑T no formato oficial;

  • Registo de eventos e auditoria – operações sensíveis devem ser registadas para garantir transparência.

  • Impossibilidade de apagar documentos emitidos – correções são feitas via notas de crédito, não por edição direta.

Como o SimpleSum foi desenhado para cumprir estes requisitos

O SimpleSum incorpora estes princípios no próprio núcleo da aplicação:

  • Gestão rigorosa de séries e numeração sequencial, evitando buracos e inconsistências;

  • Geração de ATCUD antes de marcar um documento como emitido;

  • Utilização de assinaturas digitais RSA com chaves armazenadas em segurança;

  • Geração automática do QR Code em conformidade com as especificações da AT;

  • Exportação de SAF‑T preparada para submissão e cruzamento de dados;

  • Registo em AuditLog das ações críticas efetuadas pelos utilizadores.

Benefício prático para o utilizador

Na prática, isto significa que quem utiliza o SimpleSum pode concentrar‑se na gestão do negócio enquanto o sistema assegura o cumprimento das obrigações fiscais. A aplicação foi pensada para ser simples na superfície, mas profundamente alinhada com a AT por baixo.

Para freelancers e pequenas empresas, esta combinação de usabilidade e compliance reduz risco, simplifica inspeções e dá confiança na relação diária com a Autoridade Tributária.

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